AS CIDADES

PARÁ DE MINAS

Pará de Minas tem atrativos turísticos que encantam aqueles que buscam belas paisagens e muita diversão.

De um lado, a cidade conta com uma extensa oferta de fazendas e belos caminhos procurados para quem quer tranquilidade.O potencial para o ecoturismo e para o turismo de aventura é enorme, o acesso é fácil e a beleza cênica é incrível.

O turismo de Pará de Minas conta também com uma diversificada oferta de atrativos arquitetônicos e culturais, como centro histórico da sede do município, artesanato de cerâmica, biscoitos caseiros, bandas de música e os eventos religiosos como a romaria de Padre Libério.

Por fim, diversão é o que não falta em Pará de Minas! Além de seus excelentes restaurantes, a cidade é conhecida nacionalmente pela Girus Disco Show, umas mais conceituadas casas de shows e entretenimento de Minas Gerais, atraindo turistas de diversas regiões do país.

Este município é associado ao Circuito Verde Trilha dos Bandeirantes.

SÃO GONÇALO

São Gonçalo do Pará tem uma população estimada de 11.475 habitantes (IBGE/2015)(Censo 2010: 10.398 habitantes). Conhecida como a Cidade do Doce, possui atividade econômica variada. É relevante o segmento calçadista, seguido de indústria têxtil, curtidoras, indústria de doces e laticínios, cerâmicas, siderurgias, granjas e um grande número de comércio. Além do centro, o município tem os bairros São Francisco, São Paulo, Lago Azul, Bela Vista, Bonfim e Nossa Senhora Aparecida. Fazem parte de seu território cinco comunidades rurais: Prata de Cima, Prata de Baixo, Água Limpa, Campo Alegre e Quilombo do Gaia. Localizada numa posição geográfica estratégica, entre as rodovias MG 050 e BR 262, São Gonçalo do Pará.


Atividades culturais e religiosas


Como patrimônio cultural histórico, destaca-se a Igreja Matriz (do século 18, estilo barroco), cemitério (1855, cercado de muro de pedras edificado por escravos), praças e escola. A cidade é marcada pelas seguintes festividades: Festa do Padroeiro (10 de janeiro), Carnagonçalo, Celebração da Semana Santa, Arraiá Gonçalo,Encontro de Carro de Boi Rodeio, Festa de Nossa Senhora de Aparecida, Festa de São Cristóvão, Festa do Rosário, Festa à Fantasia e Natal da Alegria.

IGARATINGA

O povoado que deu origem ao município surgiu próximo à fazenda Inhozé, no caminho percorrido pelas bandeiras, na região de Pitangui, às margens do rio São João. Foi formado em volta da capela filiada à freguesia de Pitangui, recebendo o nome de São João Acima e, em 1754, Santo Antônio de São João Acima. O distrito foi criado em 1846, pertencendo a Pitangui, sendo elevado a freguesia em 1883, incorporado, agora, ao município de Pará de Minas. Em 1923, adotou a denominação de Igaratinga, que, em tupi, significa “canoa pequena”. Igaratinga foi elevada à categoria de município em 1962.


Fundação da cidade


A cidade de Igaratinga encontra-se localizada dentro da área da propriedade dos Mateus, fazenda esta que foi abandonada pelos proprietários, segundo moradores antigos. O advogado, Aristides Milton, de Pará de Minas, ao saber desta propriedade procurou pelos herdeiros da fazenda que residiam em vários locais do estado, e decidiram fazer a divisão da fazenda, sendo remunerado com a metade destas terras, onde estava localizado o Arraial de Santo Antônio da Pedra, primeiro nome de Igaratinga. Por decisão dos herdeiros, foi doada uma área de 20 alqueires para a Capela de Santo Antônio da Pedra, marcando os limites da atual cidade.

CONCEIÇÃO DO PARÁ

Conceição do Pará, Município do Centro-Oeste de Minas Gerais, está situado na Zona do Alto São Francisco, no Vale do Itapecerica. Limita-se com os Municípios de Nova Serrana, Pitangui, Leandro Ferreira, São Gonçalo do Pará, Onça do Pitangui e Pará de Minas.


Relatos de pessoas antigas conta que foi o Capitão Jerônimo do Macuco que constituiu a primeira família do lugarejo e, segundo a lenda, o nome “Cardosos” dado ao lugar se deve à família que tecia algodão, utilizando uma máquina conhecida como “Carda” vinda de São Paulo, por intermédio dessa família. O povoado que ali se formou recebeu a denominação de “Cardosos”. Outra versão sobre a origem do Município diz que Conceição do Pará, foi fundada mais ou menos no ano de 1817. Os primeiros habitantes da região foram integrantes da família Cardoso em meados do séc. XVIII, que residia numa antiga fazenda do Período Colonial, onde hoje se localiza Conceição do Pará. Posteriormente, foi incorporada ao distrito de Cardosos a área onde hoje se encontra o Santuário Diocesano de Nossa Senhora da Conceição. A partir de então o Povoado de Cardosos passou a se chamar CONCEIÇÃO DO PARÁ.


A origem do nome “Conceição do Pará”, foi uma espécie de homenagem devido a Nossa Senhora da Conceição e ao rio Pará que atravessa a cidade.


Elevada a Vila em 1939, conservou esse nome até a sua emancipação política, em 30/12/1962, quando houve o desmembramento de terras da cidade-mãe, Pitangui/MG. Entretanto, a Estação da Rede Ferroviária Federal (antiga R.M.V), que servia ao Município, continuou ainda até a sua extinção com o nome de Estação de Cardosos, dificultando a assimilação do novo nome oficial pela população e pelas cidades vizinhas, fato esse que ainda hoje traz confusão na denominação.

PITANGUI

Pitangui – A sétima vila do ouro das Minas Gerais


Não há dúvida de que Pitangui é uma cidade que respira história. Sua riqueza, em termos culturais, vai além do município, atingindo todo o Estado e o Brasil.


Antiga estação ferroviária e, atualmente, sede da Biblioteca Pública Municipal.


Descoberta por bandeirantes paulistas, chefiados por Bartolomeu Bueno da Siqueira, foi a Sétima Vila criada no Estado, em 1715, no ciclo do ouro, e elevada à cidade em 1855. Pertence hoje à Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais e ainda, ao Circuito Verde – Trilha dos Bandeirantes.


Terra-mãe do Centro-Oeste Mineiro, por ser a cidade mais antiga da região, é berço de mais de 40 municípios de Minas Gerais.


Pitangui é um convite ao turismo histórico, artístico-cultural e ecológico. Para se ter idéia do potencial histórico de Pitangui, é bom lembrar que a luta pela Independência do Brasil nasceu e culminou com a presença ativa de personagens de sua história.


Entre 1713 e 1720, aconteceram as primeiras revoltas pitanguienses contra as imposições da Coroa Portuguesa, sendo a primeira, a Sublevação da Cachaça. A Revolta de 1720, liderada por Domingos Rodrigues do Prado, contra a cobrança do quinto do ouro, conclamava que “quem pagasse, morria”. Apesar da derrota da Vila de Pitangui, os pitanguienses não pagaram e Conde de Assumar, então governador da Capitania, teve, contrariamente à sua vontade, de anistiar a dívida, dizendo que “essa Vila deveria ser queimada para que dela não se tivesse mais memória”, chamando a população local de “mulatos atrevidos”. Foi a 1ª grande revolta contra a Coroa, antes mesmo da de Felipe dos Santos, em Ouro Preto.

ESMERALDAS

Esmeraldas


Localização: Região Metropolitana de Belo Horizonte
Distância da Capital: 63 km
População: 65.224 habitantes – IBGE 2013
Aniversário da Cidade: 16 de setembro


Esmeraldas surgiu às margens do caminho que ligava Pitangui a Sabará, mediante doação de terreno para construção da capela em honra a Santa Quitéria, no ano de 1735.


O distrito e Freguesia de Santa Quitéria foi criado aos 14 de julho de 1832.


Aos 16 de setembro de 1901, o povo quiteriense teve mais uma conquista na sua história: o Arraial de Santa Quitéria elevou-se à categoria de Vila, criando-se também o Município de Santa Quitéria composto de quatro distritos: o da Vila Santa Quitéria (sede do município) e os de Capela Nova do Betim, Contagem das Abóboras e Vargem da Pantana (Ibirité).


O turismo esmeraldense está apoiado nas vertentes Cultural e Rural. Os produtos tradicionais da roça, as bordadeiras, a natureza pura e o ambiente bucólico são marcas registradas que encantam o visitante e deixam sua marca.

PEQUI

Situada às margens da Rod. MG 060, no Centro-Oeste Mineiro, a 115 Km de Belo Horizonte, Pequi vem se destacando por suas peculiaridades. Próxima aos municípios de São José da Varginha, Onça do Pitangui, Maravilhas e Fortuna de Minas, Pequi oferece a tranquilidade de uma pequena cidade do interior. A cidade tem como atrativo uma cachoeira de água sobre pedras, localizada a 6 km, aproximadamente, da cidade, no local denominado Cachoeira do Mato. É formada pelas águas do Rio Vermelho, que passam por cima de uma pedra, formando um tobogã e uma piscina natural no final da queda. O turismo no local é explorado pela família proprietária do terreno com a denominação de “Cachoeira do Mato Camping Clube”.

Os caminhos rústicos de Pequi levam ao “Ponto Chic”, localizado no topo da Serra do Rio do Peixe, que divide os municípios de Pequi e Onça do Pitangui; possui uma belíssima vista de toda a cidade e das cidades vizinhas como Onça do Pitangui, Pará de Minas e Ascensão, com a existência de grutas, grotas e cristais, e ainda, rica vegetação natural. As estradas de terra e os caminhos até as montanhas fazem a alegria de quem curte passeio a cavalo, passeio de bicicleta ou passeio de moto, seja para sentir a adrenalina nas trilhas off-road da região ou apenas para percorrê-las e curtir as belas paisagens.

Em Pequi há também, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, em estilo barroco, tombada pelo Patrimônio Histórico, motivo de orgulho dos pequienses e a “Cruz do Monte”, também tombada pelo Patrimônio Histórico, que constitui num cruzeiro, situado em um monte, próximo à entrada da cidade, construído a anos atrás, por escravos trabalhadores de fazendas próximas do local.

Pequi se destaca também, por sua culinária, suas quitandas saborosas, cavalgadas famosas, e eventos religiosos!

Em 2017, foi lançado o Calendário Cultural e Turístico, onde população local e turistas poderão desfrutar, gratuitamente, de atrações como Cine Pipoca, Cinema na Praça, Pequi ao Luar, Cavalgada, Comida de Boteco, Festival de Pipas, Festa da Primavera, Show de Talentos, Trilhão,  Reinado e Festa do Produtor Rural e Artesão.

Enfim, Pequi é uma ótima opção para aqueles que buscam a paz, a simplicidade e o convívio com a natureza.

 

“De como, no prazo duma hora só, careci de ir me vendo escorando rifle (...) trepado em jatobá e pequizeiro, deitado no azul duma lage grande”.

João Guimarães Rosa em: Grande Sertão Veredas

*Fotos de Wanildo Pinto Silva.